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1. Os soviéticos tinham chegado a Cuba muito cedo na década de 1960, esgueirando-se pela fresta aberta pela imediata hostilidade norte-americana em relação ao processo social revolucionário. Durante três décadas os soviéticos mantiveram sua presença em Cuba com bases e ajuda militar, mas, sobretudo, com todo o apoio econômico que, como saberíamos anos mais tarde, mantinha o país à tona, embora nos deixasse em dívida com os irmãos soviéticos – e depois com seus herdeiros russos – por cifras que chegavam a US$ 32 bilhões. Ou seja, o que era oferecido em nome da solidariedade socialista tinha um preço definido.
PADURA, L. Cuba e os russos. Folha de São Paulo, 19 jul 2014 (adaptado).
O texto indica que durante a Guerra Fria as relações internas em um mesmo bloco foram marcadas pelo(a)
a) busca da neutralidade política.
b) estímulo à competição comercial.
c) subordinação à potência hegemônica.
d) elasticidade das fronteiras geográficas.
e) compartilhamento de pesquisas científicas.
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2. A Guerra Fria foi, acima de tudo, um produto da heterogeneidade no sistema internacional – para repetir, da heterogeneidade da organização interna e da prática internacional – e somente poderia ser encerrada pela obtenção de uma nova homogeneidade. O resultado disto foi que, enquanto os dois sistemas distintos existiram,o conflito da Guerra Fria estava destinado a continuar: a Guerra Fria não poderia terminar com o compromisso ou a convergência, mas somente com a prevalência de um destes sistemas sobre o outro.
HALLIDAY, F. Repensando as relações internacionais. Porto Alegre: EdUFRGS, 1999.
A caracterização da Guerra Fria apresentada pelo texto implica interpretá-la como um(a)
a) esforço de homogeneização do sistema internacional negociado entre Estados Unidos e União Soviética.
b) guerra, visando o estabelecimento de um renovado sistema social, híbrido de socialismo e capitalismo.
c) conflito intersistêmico em que países capitalistas e socialistas competiriam até o fim pelo poder de influência em escala mundial.
d) compromisso capitalista de transformar as sociedades homogêneas dos países socialistas em democracias liberais.
e) enfrentamento bélico entre capitalismo e socialismo pela homogeneização social de suas respectivas áreas de influência política.
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3.

A divisão representada do território alemão refletia um contexto geoestratégico de busca por
a) espólio de guerra.
b) áreas de influência.
c) rotas de navegação.
d) controle do petróleo.
e) monopólio do comércio.
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4. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada e proclamada pela Assembleia Geral da ONU na Resolução 217-A, de 10 de dezembro de 1948, foi um acontecimento histórico de grande relevância. Ao afirmar, pela primeira vez em escala planetária, o papel dos direitos humanos na convivência coletiva, pode ser considerada um evento inaugural de uma nova concepção de vida internacional.
LAFER, C. Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948). In: MAGNOLI, D. (Org.) História da paz. São Paulo: Contexto, 2008.
A declaração citada no texto introduziu uma nova concepção nas relações internacionais ao possibilitar a
a) superação da soberania estatal.
b) defesa dos grupos vulneráveis.
c) redução da truculência belicista.
d) impunidade dos atos criminosos.
e) inibição dos choques civilizacionais.
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5. A Operação Condor está diretamente vinculada às experiências históricas das ditaduras civil-militares que se disseminaram pelo Cone Sul entre as décadas de 1960 e 1980. Depois do Brasil (e do Paraguai de Stroessner), foi a vez da Argentina (1966), Bolívia (1966 e 1971), Uruguai e Chile (1973) e Argentina (novamente, em 1976). Em todos os casos se instalaram ditaduras civil-militares (em menor ou maior medida) com base na Doutrina de Segurança Nacional e tendo como principais características um anticomunismo militante, a identificação do inimigo interno, a imposição do papel político das Forças Armadas e a definição de fronteiras ideológicas.
PADRÓS, E. S. et al. Ditadura de Segurança Nacional no Rio Grande do Sul (1964-1985): história e memória. Porto Alegre: Corag, 2009 (adaptado).
Levando-se em conta o contexto em que foi criada, a referida operação tinha como objetivo coordenar a
a) modificação de limites territoriais.
b) sobrevivência de oficiais exilados.
c) interferência de potências mundiais.
d) repressão de ativistas oposicionistas.
e) implantação de governos nacionalistas.
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6.

A charge faz alusão à intensa rivalidade entre as duas maiores potências do século XX. O momento mais tenso dessa disputa foi provocado pela
a) ampliação da Guerra do Vietnã.
b) construção do muro de Berlim.
c) instalação de mísseis em Cuba.
d) eclosão da Guerra dos Sete Dias.
e) invasão do território do Afeganistão.
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7.

Nos quadrinhos, faz-se referência a um evento que correspondia a um dos grandes medos da população mundial no período da Guerra Fria. Durante esse período, a possibilidade de ocorrência desse evento era grande em função do(a)
a) acirramento da rivalidade Norte-Sul.
b) intensificação da corrida armamentista.
c) ocorrência de crises econômicas globais.
d) emergência de novas potências mundiais.
e) aprofundamento de desigualdades sociais.
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8. Pedaços grandes e pequenos do Muro de Berlim encontram-se hoje em todos os continentes. A Fundação Federal para Superação da Ditadura encontrou frações do Muro em cento e quarenta e seis lugares em todo o mundo. Deve existir mais metros do Muro nos EUA que em Berlim.
SIBUM, H. O Muro de Berlim. DE Magazin Deutschland, n. 3, 2014.
O interesse em adquirir partes dessa edificação histórica foi resultado da
a) valorização artística da obra.
b) dimensão política do símbolo.
c) supressão violenta da memória coletiva.
d) capacidade turística do monumento histórico.
e) fragilidade política reunificada alemã.
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9.

Nos anos que se seguiram à Segunda Guerra, movimentos como o Maio de 1968 ou a campanha contra a Guerra do Vietnã culminaram no estabelecimento de diferentes formas de participação política. Seus slogans, tais como ”Quando penso em revolução quero fazer amor“, se tornaram símbolos da agitação cultural nos anos 1960, cuja inovação relacionava-se
a) à contestação da crise econômica europeia, que fora provocada pela manutenção das guerras coloniais.
b) à organização partidária da juventude comunista, visando o estabelecimento da ditadura do proletariado.
c) à unificação das noções de libertação social e libertação individual, fornecendo um significado político ao uso do corpo.
d) à defesa do amor cristão e monogâmico, com fins à reprodução, que era tomado como solução para os conflitos sociais.
e) ao reconhecimento da cultura das gerações passadas, que conviveram com a emergência do rock e outras mudanças nos costumes.
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10. A América se tornara a maior força política e financeira do mundo capitalista. Havia se transformado de país devedor em país que emprestava dinheiro. Era agora uma nação credora.
HUBERMAN, L. História da riqueza do homem. Rio de Janeiro: Zahar, 1962.
Em 1948, os EUA lançavam o Plano Marshall, que consistiu no empréstimo de 17 bilhões de dólares para que os países europeus reconstruíssem suas economias.
Um dos resultados desse plano, para os EUA, foi
a) o aumento dos investimentos europeus em indústrias sediadas nos EUA.
b) a redução da demanda dos países europeus por produtos e insumos agrícolas.
c) o crescimento da compra de máquinas e veículos estadunidenses pelos europeus.
d) o declínio dos empréstimos estadunidenses aos países da América Latina e da Ásia.
e) a criação de organismos que visavam regulamentar todas as operações de crédito.
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11. A Guerra do Vietnã, polêmico e violento conflito armado da segunda metade do século XX, envolveu as guerrilhas do Vietnã do Sul e o governo comunista do Vietnã do Norte. O conflito atingiu maiores proporções com a participação dos Estados Unidos da América (EUA) ao lado das tropas do Vietnã do Sul. Entretanto, foi também uma guerra com imagens, que divulgavam, amplamente e de forma crua, o sofrimento da população civil — crianças com os corpos queimados por napalm, mulheres violentadas, velhos feridos — e de jovens soldados americanos mutilados ou mortos e ensacados.
Considerando-se o fato histórico descrito, é correto afirmar que
a) o Vietnã do Sul usava, na guerra, os mesmos métodos de combate dos comunistas do Vietnã do Norte.
b) os EUA tinham interesse direto na guerra, por sua aliança estratégica com o governo comunista do Vietnã do Norte.
c) os civis, por serem ativos colaboradores dos comunistas do Vietnã do Norte, foram considerados alvos legítimos.
d) a imprensa, ao divulgar os fatos ocorridos, colocou a opinião pública dos EUA contra a guerra, o que pressionou ativamente o seu fim.
e) a violência contra a população civil e o emprego de armas químicas são recursos de guerra aos quais se deve recorrer com moderação.
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12. Foi em meados da década de 70 que a União Soviética começou a perder o “bonde da história”. Ficava evidente, mesmo para os próprios soviéticos, que o império vermelho era uma superpotência apenas pelo poderio militar, pelo arsenal nuclear e pela capacidade de destruição em massa. Devido ao seu baixo dinamismo econômico, a produtividade industrial não acompanhava, nem de longe, os avanços dos países capitalistas desenvolvidos mais competitivos. Seu parque industrial, sucateado, era incapaz de produzir bens de consumo em quantidade e qualidade suficientes para abastecer a própria população. As filas intermináveis eram parte do cotidiano dos soviéticos e o descontentamento se generalizava.
Em outras palavras, na União Soviética,
a) a falta de dinamismo econômico e de progresso social era devida à economia liberal.
b) o parque industrial era obsoleto, não atendendo à demanda da população.
c) o descontentamento popular expressava-se em imensas filas de protesto contra a carência de certos bens.
d) a incapacidade de produzir bens de consumo era compensada pela indústria pesada, em qualidade e em quantidade.
e) o descontentamento popular foi agravado pela política de incentivo à importação de produtos ocidentais.
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13. Ao contrário do que se acredita, o “discurso secreto” de Kruschev não significou a primeira manifestação de discordância dos novos governantes da URSS, ao acusar Stalin de genocídio. Antes disso, haviam sido dados os primeiros passos para o fim da estrutura repressiva que reinava no país. Na verdade, o discurso se baseia, em parte, nas conclusões obtidas pelo grupo chamado Comissão Shvernik, comissão especial que logrou reunir suficiente evidência para denunciar que, nos anos de 1930, mais de um milhão e meio de membros do partido haviam sido acusados de realizar atividades antissoviéticas, dos quais tendo sido executados mais de 680.000 deles.
O processo que desencadeou o término da estrutura repressiva que reinava na União Soviética ocorreu porque
a) as chamadas atividades antissoviéticas foram oficialmente descriminalizadas pela Comissão Shvernik.
b) a Comissão Shvernik pretendia pôr fim ao regime socialista.
c) o processo de libertação dos milhares de presos políticos nos campos de trabalho foi concluído antes do discurso de Kruschev.
d) as vítimas da desestalinização foram reabilitadas politicamente, como parte da reavaliação dos documentos da Comissão Shvernik.
e) os próprios membros do partido que haviam apoiado Stalin a consolidar a Revolução Russa foram, em grande número, mortos ou presos.
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14. O fim da Guerra Fria e da bipolaridade, entre as décadas de 1980 e 1990, gerou expectativas de que seria instaurada uma ordem internacional marcada pela redução de conflitos e pela multipolaridade.
O panorama estratégico do mundo pós-Guerra Fria apresenta
a) o aumento de conflitos internos associados ao nacionalismo, às disputas étnicas, ao extremismo religioso e ao fortalecimento de ameaças como o terrorismo, o tráfico de drogas e o crime organizado.
b) o fim da corrida armamentista e a redução dos gastos militares das grandes potências, o que se traduziu em maior estabilidade nos continentes europeu e asiático, que tinham sido palco da Guerra Fria.
c) o desengajamento das grandes potências, pois as intervenções militares em regiões assoladas por conflitos passaram a ser realizadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), com maior envolvimento de países emergentes.
d) a plena vigência do Tratado de Não Proliferação, que afastou a possibilidade de um conflito nuclear como ameaça global, devido à crescente consciência política internacional acerca desse perigo.
e) a condição dos EUA como única superpotência, mas que se submetem às decisões da ONU no que concerne às ações militares.
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15. Enormes alto-falantes sul-coreanos instalados na fronteira com o Norte costumavam transmitir desde canções em estilo K-pop (como é chamado o pop sul-coreano) até boletins climáticos e noticiário crítico ao vizinho comunista. O Norte costuma praticar atividade semelhante, transmitindo por seus alto-falantes discursos críticos a Seul e aliados. Durante os anos 1980, o governo sul-coreano construiu um mastro de 97 metros de altura para hastear sua bandeira no povoado de Daesong-dong, na fronteira com o Norte. O Norte respondeu com a construção de um mastro ainda mais alto (160 m) na cidade fronteiriça de Gijung-dong. “Essas demonstrações são uma válvula de escape competitiva e importante entre os dois lados, fora de um possível conflito militar’, diz o analista Ankit Panda.
TAN, V. Disputa de mastros e alto-falantes com K-pop: as pequenas picuinhas do conflito entre as Coreias. Disponível em: www.bbc.com. Acesso em: 7 nov. 2021 (adaptado).
Os atos de competição citados têm suas origens históricas vinculadas a um contexto de
a) domínio cultural-identitário de atores sociais.
b) disputas étnico-raciais de povos tradicionais.
c) divergências político-ideológicas de agentes estatais.
d) imposição econômico-financeira de empresas privadas.
e) protestos ecológico-sustentáveis de entidades ambientais.
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Gabarito (retirado do site Super Professor)
Resposta da questão 1:
[C]
As potências hegemônicas da Guerra Fria eram EUA, pelo lado capitalista, e URSS, pelo lado socialista. Todos os demais países, aliados desses citados, estavam numa posição de subordinação a eles, seja política ou economicamente. Isso fica claro pelo texto que acompanha a questão.
Resposta da questão 2:
[C]
Como a Guerra Fria foi uma disputa ideológica pela hegemonia mundial, na qual EUA e URSS competiam para provar qual sistema socioeconômico era melhor (capitalismo ou socialismo), o desfecho do embate só poderia vir com a falência de um dos sistemas, o que se concretizou em 1989, com a queda da URSS.
Resposta da questão 3:
[B]
Após a Segunda Guerra, a Alemanha foi dividida em zonas de influência pelas potências vencedoras, em um contexto que marcou o início da Guerra Fria.
Resposta da questão 4:
[B]
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela ONU em 1948, introduziu aos direitos civis e políticos já existentes a defesa dos direitos pessoais e de pequenas coletividades, sejam elas religiosas, étnicas ou culturais, o que favorece os grupos vulneráveis ao domínio hegemônico mundial.
Resposta da questão 5:
[D]
A Operação Condor foi criada em conjunto pelos órgãos de segurança dos países que compunham o chamado Cone Sul com o objetivo de investigar, vigiar e punir qualquer atividade de oposição aos governos militares.
Resposta da questão 6:
[C]
Em 1962, na chamada Crise dos Mísseis, Fidel Castro e URSS entram em acordo para a instalação de mísseis soviéticos em Cuba. Tal acordo gerou reação imediata dos EUA, o que colocou o mundo em estado de tensão devido à possibilidade de um confronto nuclear entre URSS e EUA.
Resposta da questão 7:
[B]
A corrida armamentista, e a consequente disputa para ver quem se armava mais e melhor, foi um dos traços característicos da Guerra Fria (período marcado pela oposição entre os EUA e a URSS). Nesse sentido, a possibilidade de uma guerra nuclear era palpável e assustava muito as pessoas.
Resposta da questão 8:
[B]
A queda do Muro de Berlim foi um dos episódios marcantes da queda da URSS e do fim da Guerra Fria, com vitória dos EUA e do capitalismo. Por isso, tamanha simbologia política, uma vez que a Alemanha voltava a se unificar depois de 40 anos de separação.
Resposta da questão 9:
[C]
A frase de efeito utilizada no enunciado ou mesmo a forma mais simplificada de “faça amor não faça a guerra” estabelece relação direta entre o comportamento individual e social. Nos anos 60, a juventude de vários países do mundo saiu às ruas e, de formas diferentes, se manifestou pela liberdade individual, sem deixar de se manifestar pelas liberdades e direitos sociais; manifestações que eram diretamente contra os modelos capitalista ou socialista, mas que traduziram as inquietações dessa geração frente ao mundo e suas perspectivas.
Resposta da questão 10:
[C]
Os textos se referem ao período pós Segunda Guerra, na qual os Estados Unidos ingressaram em dezembro de 1941, enviando tropas para a Europa e para o pacífico, numa guerra contra o Japão. Apesar dos esforços de guerra, o território dos EUA não foi atingido pelo conflito.
Terminada a Guerra, os Estados Unidos foram os principais financiadores da recuperação econômica dos países europeus, concedendo um vultoso empréstimo, com a condição de que os países beneficiados comprassem máquinas e tecnologia estadunidense.
Resposta da questão 11:
[D]
A partir do nível de violência empregado pelos EUA no conflito (com o uso constante de armas químicas), a imprensa norte-americana ajudou a formar uma forte opinião pública contrária à Guerra dentro do país, o que pressionou o governo americano a deixar o Vietnã.
Resposta da questão 12:
[B]
Enquanto o capitalismo gerava inúmeros avanços no campo da ciência, tecnologia e da produção, a URSS estava estagnada com baixa produção industrial que não atendia nem a demanda interna da população, daí as grandes filas. Esse atraso generalizado contribuiu paras as reformas implantadas por Gorbatchev em meados da década de 1980. Gabarito [B].
Resposta da questão 13:
[E]
O texto destaca que durante o governo de Stálin, dentro da lógica da Guerra Fria e a partir da política stalinista de valorização dos ideais russos dentro da URSS, a perseguição ao anticomunismo levou vários membros do Partido Comunista a serem mortos pelo Regime Stalinista, sob a alegação de promoção de atividades antissoviéticas.
Resposta da questão 14:
[A]
[Resposta do ponto de vista da disciplina de História]
Somente a alternativa [A] está correta. Depois de décadas de conflitos dentro do contexto da Guerra Fria, 1945-1989, na década de 1980 (em especial após a queda do muro de Berlim em 1989) começou a se desenhar uma “Nova Ordem Mundial” através da globalização econômica, altas tecnologias, sociedade do conhecimento criando uma expectativa de dias melhores com menos conflitos. No entanto, a partir da década de 1990 surgiram conflitos nacionalistas, religiosos e étnicos que contribuíram para a fragmentação e o fim da URSS, da Iugoslávia, da Tchecoslováquia, entre outros. No início do século XXI, surgiram atentados terroristas tendo como grande marco o atentado de 11 de setembro de 2001 nos EUA.
[Resposta do ponto de vista da disciplina de Geografia]
A Nova Ordem Mundial começou com o término da Guerra Fria em 1991 (fragmentação da União Soviética) e se desenvolve até os dias atuais. A Nova Ordem é caracterizada pela globalização da economia capitalista, multipolaridade econômica e geopolítica (G7, BRICS, G20 etc.), crescimento de conflitos étnicos, religiosos (conflito entre civilizações) e separatistas, bem como pelo aumento da atividade terrorista no mundo.
Resposta da questão 15:
[C]
A divisão da Coreia data da Guerra Fria, conflito político-ideológico que opôs Capitalismo e Socialismo, divisão ainda presente entre as atuais Coreia do Sul e Coreia do Norte.